Entre Bots e Realidades Mistas: O Futuro da Meta no Olho do Furacão

Un hombre barbudo con los brazos cruzados frente a monitores de computadora, evocando el estilo suave y académico de Óscar Domínguez y Gian Paolo Dulbecco.

Meta: Apostando na Inteligência Artificial e Realidade Mista

A Inteligência Artificial (IA) e a Realidade Mista estão se destacando como duas das tendências tecnológicas mais promissoras no cenário atual. Neste contexto, a Meta, anteriormente conhecida como Facebook, está no epicentro do debate. A empresa está investindo pesado nessas duas áreas, embora não esteja livre de críticas e desafios.

O papel dos bots de IA nas redes sociais

Ahmad Al-Dahle, vice-presidente de IA generativa na Meta, defendeu recentemente a inclusão de bots de IA nas redes sociais. Segundo Al-Dahle, esses bots não apenas oferecem entretenimento, mas também podem ajudar as pessoas a adquirir novas habilidades. Além disso, ele sugere que os bots podem potencializar a capacidade das pessoas de desenvolver uma melhor inteligência emocional e estabelecer conexões mais significativas com os outros.

No entanto, essa visão não está isenta de críticas. Alguns argumentam que os bots podem desviar a atenção das interações humanas e há o risco de as pessoas acabarem interagindo com avatares em vez de pessoas reais.

A proposta de divisão da Meta e o lançamento do Quest 3

Sugeriu-se que Mark Zuckerberg deveria dividir a Meta em duas entidades: uma responsável por gerenciar as problemáticas redes sociais e outra destinada a aproveitar os pontos fortes da Meta em realidade mista e IA.

Quanto aos produtos específicos, o lançamento do Quest 3 representa um avanço significativo por várias razões. Embora a Meta tenha sido superada pela Apple em termos de publicidade para os fones de ouvido de realidade mista, Andrew «Boz» Bosworth, CTO da Meta, destacou o preço mais acessível do Quest 3 em comparação com o caro capacete Vision Pro da Apple.

A visão de longo prazo da Meta

A visão da Meta implica uma mudança para um paradigma onde a linha entre o digital e o físico se torna imperceptível. No entanto, estima-se que essa mudança ainda esteja pelo menos a 10 anos de distância. Como costuma acontecer com as novas tecnologias, existe a tendência de superestimar o impacto a curto prazo e subestimar seus efeitos futuros a longo prazo.

Em conclusão, a Meta está apostando forte na IA e na realidade mista, mas também enfrenta críticas e desafios significativos. Só o tempo dirá se suas apostas se mostram acertadas.

Sandra é especialista em marketing digital e experta em redes sociais. Ela completou uma pós-graduação em Comunicação e RP para marcas de moda no Idep Barcelona, além de outra em Marketing e reputação online: comunidades virtuais. Sandra está a par das últimas tendências e melhores práticas em redes sociais, e isso se reflete em seu trabalho diário, gerando um impacto positivo no mundo digital.

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